sexta-feira, 28 de setembro de 2012









Como diz a minha amiga Lú De Riscos e Rabiscos: Não escrevo para convencer. Escrevo pra descansar e só.

Escrevo pra desabafar. Escrevo pra falar de meus sentimentos,
meus momentos. Desde criança tive o hábito de escrever, juntava
papeis e mais papeis. Mania de familia. De tanto escrever ganhei
de meus pais uma maquina de datilografia. Foi meu melhor presente. Falando de papeis, tenho uma mala enorme atrás da porta de meu quarto, cuja tal minha mãe constantemente ameaça jogar fora. Como pode querer jogar fora minhas memorias de criança. háhá. Na quela época não existia computadores, não se escrevia blogs, se escrevia em cadernos e diários, ainda tenho os meus. Quantas tolices de criança, mas eram meus momentos particular. Meu só meu. Lembro-me de quando em pauta relatava da chuva que caia, ou do vento que soprava, das broncas que tomava. Até de quando me tornei viciada em livros, e tinham que me levar a força pra brincar. Vício saudável. Livros e mas livros, como tenho livros. Não tive coragem de continuar e fechei a mala com minhas recordações e coloquei no canto onde estava. Eu tenho um amigo que diz que escrever é piegas. Ele gosta de colecionar, coleciona tudo que pode. Cada um tem jeito é um defeito de organizar e guardar suas coisas particulares. Eu escolhi o meu. Não sei se é defeito só sei que me satisfaz.

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